quinta-feira, 5 de novembro de 2026

Quais são as manifestações clínicas da Fibromialgia

 

Existem poucos estudos sobre a(s) forma(s) como a fibromialgia se inicia.

O modo de início mais frequentemente relatado parece ser a forma gradual e progressiva durante a idade adulta.

Muitos doentes descrevem que vários tipos de situações ou acontecimentos antecederam o início da fibromialgia. Estes fatores são muito díspares, o que pode dever-se à dificuldade de os doentes situarem com precisão o início dos sintomas fibromiálgicos e ainda a tendência que estes têm para se sugestionarem sobre os problemas de saúde.

 

Os fatores associados ao início da fibromialgia encontram-se resumidos no seguinte quadro:

 

Fatores associados ao início da fibromialgia

Ambientais

- frio

- humidade

Emocionais

- alteração familiar

- perda de familiar

- stress

Físicos

- traumatismo

- operação cirúrgica

- doença aguda (ex.: infeção, artrose)

Circunstanciais

- sobre atividade

- fadiga

 

Embora a forma lenta e gradual seja o início mais frequente da fibromialgia, em um terço dos doentes as queixas começam de forma súbita e bem localizada.

Inicialmente, a fibromialgia pode apresentar-se de muitas formas diferentes, mas as mais comuns encontram-se no seguinte quadro:

 

Principais formas de apresentação da fibromialgia

Manifestações

Forma de início

Sintoma(s)

Principal (ais)

Outros sintomas

Localização mais frequente

Articular periférica

Dor articular

Palpação dolorosa

Edema subjetivo

Dor com o movimento

Ombro

Punho

Mão

Joelho

Esquelética axial

Dor na coluna

Dores: ombro, face anterior do tórax, nádegas, membro inferior. Parestesias

Coluna cervical Coluna lombar

Miálgica

Dor muscular

Fraqueza muscular

Dores em outras regiões

Musculatura proximal e distal dos membros

Generalizada

Dor generalizada

Predomínio do esqueleto axial

Generalizada

Neurovascular

Sensação de frio e adormecimento, parestesias, alterações neurovasculares cutâneas

Edema

Mãos frias ou dolorosas com o frio Lívedo reticularis

Fenómeno Raynaud

Síndrome seca

Mãos

 

Se sente dificuldades em gerir os picos de ansiedade, insónia ou irritabilidade no seu dia a dia, a TerLaser disponibiliza uma tecnologia avançada e totalmente natural: a Laserterapia de Baixa Intensidade (LLLT).

Através da estimulação indolor de pontos auriculares específicos, o tratamento atua diretamente no sistema nervoso:

· Reduz o stress físico e psicológico de forma imediata.

· Equilibra as emoções e devolve a sensação de autoconfiança.

· Combate a insónia, ajudando a recuperar noites de sono verdadeiramente reparadoras.

Não espere pelo limite das suas forças para cuidar da sua saúde mental.

Cuide de si,

Equipa TerLaser

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Fontes consultadas:

https://www.facebook.com/gradiva.publicacoes/posts/viver-com-fibromialgia-a-vis%C3%A3o-da-doente-e-do-m%C3%A9dico-de-maria-elisa-domingues-e-/1817492724930322/

Domingues, Maria Elisa e Branco, Jaime C. (2008). Viver com Fibromialgia A visão da Doente e do Médico. Lisboa: Gradiva.

 

Aviso Médico: A informação contida neste artigo possui caráter meramente informativo e geral, não substituindo a consulta, o diagnóstico ou o acompanhamento 

Dormir é crescer

 

Todos os pais e todos aqueles que têm crianças a seu cargo que desejem encontrar explicações para as perturbações do sono, devem, em primeiro lugar, adquirir alguns conhecimentos de base sobre a fisiologia do sono e do sonho. A aprendizagem virá depois.

Devemos partir de uma certeza, todos os problemas, pequenos ou grandes tem solução. O organismo encontra sempre os meios de compensação. E as dificuldades serão resolvidas tanto mais depressa quanto mais eficaz e rápida for a intervenção dos pais. Mesmo aquelas perturbações que parecem muito penosas, numa família em que uma criança se recusa a adormecer ou que acorda de noite, são relativamente fáceis de corrigir. Na condição de saber o que se passa e de responder o melhor possível.

Efetivamente, cada ser humano tem a sua maneira de dormir. Há os pequenos e os grandes dorminhocos, os que se deitam cedo e os que se deitam tarde, os madrugadores e noctívagos, as calhandras e as corujas. Há também os que têm sono leve.

Mas todos dormem…

Porque dormimos?

A única resposta, ou quase, que podemos dar hoje em dia é que do ponto de vista biológico, o sono é um tempo de repouso necessário ao cérebro. Com efeito, tanto de dia como de noite, o cérebro continua a sua atividade, desde o nascimento até à morte cerebral. Tem necessidade de se recarregar, desembaraçando-se de todos os resíduos químicos que resultam do seu funcionamento perpétuo. Para tal, tem de mudar de ritmo, obrigando o homem a adormecer.

Quando se cai de sono, está-se fatigado e não há escolha temos de dormir. Quando se acorda em «plena forma», quer dizer que dormimos bem. O sono é, portanto, reparador, fonte de regeneração e de vida.

Infelizmente, nem todos partilham desta convicção, longe disso! Questão de civilização… O «Boa noite» dá lugar muitas vezes ao «Tenta dormir bem» ou «Apaga a luz cedo». A criança ouve este refrão todas as noites. Ainda não lhe ensinaram (mesmo na escola raramente o fazem), nem demonstraram que a plenitude do seu sono é a melhor garantia do seu crescimento, da sua saúde, de todas as faculdades intelectuais e físicas.

 


Na Terlaser, dispomos da terapia para a Insónia através da Laserterapia de Baixa Intensidade (LLLT). Este tratamento inovador e totalmente indolor consiste na estimulação de pontos específicos do corpo para induzir um efeito fisiológico de relaxamento profundo e bem-estar, ajudando a reequilibrar o sistema nervoso e a devolver noites tranquilas a toda a família.

Cuide de si e dos seus,

Equipa TerLaser

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Fonte:

Delrieu, D. (1993). Como proporcionar um bom sono aos nossos filhos. Lisboa: Contexto, Editora, Lda.

 

Aviso Médico: A informação contida neste artigo possui caráter meramente informativo e geral, não substituindo a consulta, o diagnóstico ou o acompanhamento médico especializado.

Cancro da Boca

 

O cancro oral tem uma grande taxa de incidência em Portugal, mas quando detetado numa fase inicial regista uma taxa de sucesso de 80 a 90%. Se o diagnóstico for tardio, os índices de mortalidade são elevados.

Este tipo de cancro consiste num conjunto de tumores malignos em qualquer parte da cavidade oral: lábios, bochechas, glândulas salivares, língua, entre outras. Pode manifestar-se através de uma mancha, geralmente branca ou avermelhada, uma massa endurecida ou uma ferida persistente que não cicatriza. Muitas lesões são assintomáticas na sua fase inicial, tornando-se progressivamente dolorosas.

Fatores de risco:

- O tabaco e o álcool são os principais fatores de risco. O fumo do tabaco está relacionado com as formações na mucosa oral e tem um efeito carcinogénico direto nas células epiteliais dos tecidos orais;

- Trauma recorrente nos tecidos orais, por exemplo dentes do siso que mordem constantemente a língua ou a bochecha, originando feridas que não cicatrizam;

- Exposição solar labial sem o uso de proteção UV;

- O vírus papiloma humano (HPV) está na origem de alguns tipos de cancro da cavidade oral. Está provado que a vacina do HPV funciona como prevenção, não só para o cancro do colo do útero, mas também para o cancro da cabeça e do pescoço.

 


https://www.construimossorrisos.pt/cancro-oral/

 

O empurrão que falta: Parar em apenas 90 minutos

A TerLaser desenvolveu uma solução eficaz e indolor que elimina os sintomas físicos da falta de nicotina.

Através da Laserterapia de baixa intensidade (LLLT), estimulamos pontos específicos no rosto, testa e orelhas para neutralizar a ansiedade e o stress da abstinência.

Consulta rápida: O tratamento dura em média 90 minutos.

Controlo de peso: Fazemos em simultâneo a estimulação para redução de apetite, ajudando a que não ganhe peso nesta transição.

Acompanhamento: Inclui acompanhamento telefónico e a possibilidade de um reforço gratuito caso sinta necessidade nos 3 meses seguintes.

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Equipa TerLaser

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Fontes consultadas:

Mexia, A. (s.d.). Cancro da Boca. Saúde Oral.

 

Aviso Médico: A informação contida neste artigo possui caráter meramente informativo e geral, não substituindo a consulta, o diagnóstico ou o acompanhamento médico especializado.