quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Como lutar contra o medo do escuro

 

A maior parte das crianças tem medo não da obscuridade, mas das sombras. Os móveis e os objetos, à luz da lua ou do candeeiro da rua filtrada pelas cortinas, tomam formas assustadoras. Para ajudar a criança a identifica-las, pode propor-se-lhe, sob a forma de jogo, que as reconheça no escuro. Sentada, encostada ao peito de um adulto, tudo se torna diferente. Pode, assim, como um explorador, partir à descoberta do seu quarto e de toda a casa. Os locais que causam mais medo, à noite, quando se é pequeno, são o corredor e a escada. São quase sempre locais mais escuros do que os outros, frios, impessoais. Atravessá-los para ir ter com os pais ao quarto e aí receber a consolação desejada para um sonho mau, representa uma verdadeira prova. Muitos dos «descuidos» na cama acontecem também à conta desta passagem obrigatória para chegar à casa de banho.

Algumas crianças têm medo do escuro no momento do adormecer. No quarto, sozinhas, separadas dos adultos, a obscuridade torna-se insuportável. Por que não lhes proporcionar então um pouco de luz? Uma pequena luz colocada na cabeceira da cama ou, muito simplesmente, a porta do quarto aberta e o corredor iluminado. Não o menor risco de habituação. A criança sem se aperceber disso, adormecerá um belo dia no escuro. Esta luz de referência deve ser colocada, preferencialmente, atrás da cama da criança de maneira que o seu olhar esteja acima dela; é um meio confirmado para um rápido adormecimento.

Ler uma história sobre o escuro “Tens medo do Escuro? É que o Escuro tem muito medo de ti” de Peter Vegas, também poderá ajudar, segue aqui o resumo da nossa sugestão:

O Escuro passa o dia inteiro a esconder-se da luz, dentro da Gaveta onde guardamos a roupa interior. O Escuro acha que temos um ar mesmo assustador…

Bem-disposto e comovente, um livro que mostrará aos leitores mais novos que o escuro tem muito mais em comum com eles (e é muito mais encantador!) do que alguma vez poderiam ter imaginado!

 


Na Terlaser, dispomos da terapia para a Insónia através da Laserterapia de Baixa Intensidade (LLLT). Este tratamento inovador e totalmente indolor consiste na estimulação de pontos específicos do corpo para induzir um efeito fisiológico de relaxamento profundo e bem-estar, ajudando a reequilibrar o sistema nervoso e a devolver noites tranquilas a toda a família.

Cuide de si e dos seus,

Equipa TerLaser

https://www.terlaser.com/terinsonia/

Fontes eletrónicas:

Delrieu, D. (1993). Como proporcionar um bom sono aos nossos filhos. Lisboa: Contexto, Editora, Lda.

Imagem de https://penguinlivros.pt/loja/nuvem-de-letras/livro/tens-medo-do-escuro-e-que-o-escuro-tem-muito-medo-de-ti/?srsltid=AU7gw4V8YSRFQwgsOgyVS4UiZ9uYProukQcxiC5gQE1xmBcWrDbs5if8

Aviso Médico: A informação contida neste artigo possui caráter meramente informativo e geral, não substituindo a consulta, o diagnóstico ou o acompanhamento médico especializado.

Sintomas da Fibromialgia

 

A fibromialgia é uma forma de doença reumática que afeta os tecidos moles musculoesqueléticos, i, e., tendões, ligamentos e músculos. Literalmente, significa: fibro-tecidos fibrosos; mi-músculos; algia- dor

A fibromialgia é muito frequente e encontra-se sobretudo em mulheres entre os 20 e os 50 anos.

É uma situação crónica que evolui por surtos de agravamento e períodos de acalmia. Não atinge as articulações, embora possa parecer que existem dores articulares porque os tecidos moles estão sobre as articulações e a função destas fica prejudicada devido às dores naqueles tecidos.

Embora não se conheça a causa exata da fibromialgia, estão hoje identificadas várias alterações que se lhe associam e podem estar na sua génese.

As alterações do sono são uma delas, a tensão nervosa e a depressão também se associam e agravam a fibromialgia.

Não se sabe ainda se a dor nos músculos é a causa ou a consequência da fibromialgia, mas sabe-se que estes doentes têm músculos «em má forma» e destreinados, sendo por isso mais suscetíveis a que pequenos traumatismos causem dores de grande intensidade.

Percebe-se assim facilmente que existem vários círculos, em que a dor é o início e o fim que importa vencer: sono de má qualidade       dor     sono de má qualidade; dor      ansiedade       dor         depressão      dor; músculos destreinados     microtraumatismos     dor     menor uso muscular        músculos destreinados.

A terapêutica da fibromialgia inclui, com peso variado conforme os casos, medidas para:

1)     Melhorar o sono;

2)     Recuperar a forma física;

3)     Diminuir a dor e a fadiga;

4)     Controlar, as alterações psicológicas associadas;

É fundamental que o doente tome uma parte (a mais!) importante no seu próprio tratamento, dado que a maioria das atitudes terapêuticas depende da sua vontade, disponibilidade e tantas vezes, mudança, mais ou menos profunda de atitude.

Os doentes que não melhorarem com estas medidas terapêuticas devem recorrer a consulta especializadas.

 

Se sente dificuldades em gerir os picos de ansiedade, insónia ou irritabilidade no seu dia a dia, a TerLaser disponibiliza uma tecnologia avançada e totalmente natural: a Laser terapia de Baixa Intensidade (LLLT).

Através da estimulação indolor de pontos auriculares específicos, o tratamento atua diretamente no sistema nervoso:

· Reduz o stress físico e psicológico de forma imediata.

· Equilibra as emoções e devolve a sensação de autoconfiança.

· Combate a insónia, ajudando a recuperar noites de sono verdadeiramente reparadoras.

Não espere pelo limite das suas forças para cuidar da sua saúde mental.

Cuide de si,

Equipa TerLaser

https://www.terlaser.com/teransiedade/

Fontes consultadas:

https://www.facebook.com/gradiva.publicacoes/posts/viver-com-fibromialgia-a-vis%C3%A3o-da-doente-e-do-m%C3%A9dico-de-maria-elisa-domingues-e-/1817492724930322/

Domingues, Maria Elisa e Branco, Jaime C. (2008). Viver com Fibromialgia A visão da Doente e do Médico. Lisboa: Gradiva.

 

Aviso Médico: A informação contida neste artigo possui caráter meramente informativo e geral, não substituindo a consulta, o diagnóstico ou o acompanhamento médico especializado.

Ainda se lembra porque começou a fumar? Vale a pena continuar?

 

Ainda se lembra de como é que começou a fumar?

1.     Curiosidade, diversão e prazer – desperta interesse, facilita as interações sociais, está associado a bem-estar

2.     Irreverência – necessidade de chamar a atenção e de se comportar como um “adulto”

3.     Influência familiar – imitação de familiares fumadores e/ou presença de familiares com uma atitude reforçadora

4.     Pressão dos pares – medo de rejeição e/ou imitação para se sentir incluído num grupo

5.     Influência dos ídolos e media – passam uma imagem de poder e liberdade através do tabaco

6.     Crenças distorcidas – associação do tabaco a “benefícios”: relaxa, emagrece, melhora a concentração…

7.     Desvalorização dos riscos – apesar dos malefícios publicitados ainda há quem acredite que não será afetado

8.     Comportamento socialmente aceite – é uma droga lícita

É fácil ser seduzido pelo tabaco e muito difícil abandoná-lo. Mas é possível fazê-lo sem efeitos colaterais.

 


O empurrão que falta: Parar em apenas 90 minutos

A TerLaser desenvolveu uma solução eficaz e indolor que elimina os sintomas físicos da falta de nicotina.

Através da Laserterapia de baixa intensidade (LLLT), estimulamos pontos específicos no rosto, testa e orelhas para neutralizar a ansiedade e o stress da abstinência.

Consulta rápida: O tratamento dura em média 90 minutos.

Controlo de peso: Fazemos em simultâneo a estimulação para redução de apetite, ajudando a que não ganhe peso nesta transição.

Acompanhamento: Inclui acompanhamento telefónico e a possibilidade de um reforço gratuito caso sinta necessidade nos 3 meses seguintes.

Cuide de si

Equipa TerLaser

https://www.terlaser.com/deixar-de-fumar/

Fontes consultadas:

https://www.psic.com.pt/8-razoes-que-nos-levam-a-comecar-a-fumar/

Aviso Médico: A informação contida neste artigo possui caráter meramente informativo e geral, não substituindo a consulta, o diagnóstico ou o acompanhamento médico especializado.

 

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Ansiedade estudantil: 12 sinais e como ajudar

 

O que é ansiedade estudantil?

A ansiedade estudantil é uma reação emocional comum diante de mudanças, desafios ou situações novas relacionadas à escola. Ela costuma aparecer com mais força em momentos de transição — como o regresso às aulas, a troca de turma, de escola ou até de professor.

A ansiedade escolar está ligada a expectativas, inseguranças e preocupações para a criança. Pode ser o receio de não se adaptar à rotina, de errar, de não fazer amigos ou de ficar longe dos pais.

Sentir um frio na barriga antes do primeiro dia de aula é normal. O ponto de atenção surge quando esse sentimento passa a ser intenso, frequente ou começa a interferir com o bem-estar, no comportamento e na rotina da criança. 

Nesses casos, entender os sinais é essencial para saber como apoiar emocionalmente e tornar a volta às aulas sem stress.

Quais são os sintomas de ansiedade na escola?

A ansiedade escolar nem sempre aparece de forma clara. Muitas crianças não conseguem expressar o que estão sentindo em palavras, e os sinais acabam surgindo no corpo ou no comportamento do dia a dia.

Ficar atento a essas mudanças, ajuda os pais a agir cedo e preparar a criança para o ano letivo de forma mais segura e acolhedora. 

Os sinais de ansiedade podem manifestar-se de três formas: 

1 - Sinais emocionais

·        Choro frequente ou sem motivo aparente;

·        Irritabilidade, impaciência ou mudanças repentinas de humor;

·        Medo excessivo de falhar ou de ir à escola;

·        Insegurança intensa ou necessidade constante de aprovação.

2 - Sinais físicos

·        Dores de barriga, dores de cabeça ou náuseas, sobretudo antes das aulas;

·        Falta de apetite ou alterações nos hábitos alimentares;

·        Cansaço excessivo sem causa aparente;

·        Dificuldade para adormecer ou sono agitado na véspera dos dias de aulas. 

3 - Sinais comportamentais

·        Resistência ou recusa em ir para a escola;

·        Evitar falar sobre o ambiente escolar;

·        Dificuldade de concentração ou queda visível no rendimento escolar;

·        Regressões no desenvolvimento, como querer dormir com os pais, voltar a fazer xixi na cama ou agir de forma mais infantil.

Nem sempre esses sinais indicam um problema grave, mas quando aparecem juntos ou de forma persistente, merecem atenção redobrada.

Por que as crianças ficam ansiosas com a volta às aulas?

Para as crianças, o período de volta às aulas marca uma mudança significativa na rotina, nas relações e nas expectativas, e tudo isso pode gerar insegurança. 

Por isso, entender as causas da ansiedade escolar ajuda os pais a acolherem melhor os sentimentos dos filhos, sem julgamentos. 

Alguns fatores costumam estar por detrás desse desconforto emocional:

1 - Mudança brusca de rotina: Após semanas com horários mais flexíveis, menos compromissos e mais tempo livre, retomar a rotina escolar pode ser desafiador. Acordar cedo, cumprir horários, lidar com tarefas e responsabilidades exige uma adaptação que nem sempre acontece de forma imediata. 

2 - Novos professores, colegas ou escola: O desconhecido costuma gerar ansiedade. Mudar de turma, conhecer um novo professor ou até mudar de escola pode despertar medo de não se adaptar, de não fazer amigos ou de não se sentir acolhido. 

Para crianças menores, a separação dos pais também pesa; para as maiores, a preocupação não se integrar na nova turma ganha mais força.

3 - Medo de não corresponder às expectativas: Muitas crianças interiorizam expectativas — próprias, da família ou da escola — e exigem-se mais de si. O receio de falhar, tirar notas baixas, pode gerar ansiedade antes mesmo das aulas começarem alterando a sua autoconfiança.

4 - Experiências negativas anteriores: Situações como dificuldades de aprendizagem, conflitos com colegas, episódios de bullying ou uma relação menos positiva com professores no ano anterior podem deixar marcas emocionais. Ao aproximar-se um novo ano letivo, a criança pode temer que essas experiências se repitam.

5 – Ansiedade dos próprios adultos (efeito espelho): As crianças percebem muito mais do que imaginamos. Comentários frequentes sobre pressão escolar, preocupações excessivas com desempenho ou até o stress dos pais com a volta à rotina podem ser absorvidos pelos mais pequenos. 

Esse “efeito espelho” faz com que a ansiedade dos adultos acabe sendo refletida no comportamento infantil.

Lembre-se: A ansiedade escolar não é birra, fraqueza ou falta de vontade — é um sinal de que a criança precisa de apoio emocional para atravessar essa fase de transição com mais segurança.

Como agir na prática? Estratégias para os pais

Gerar uma rotina previsível e organizada é uma das formas mais eficazes de mitigar a ansiedade. De seguida, partilhamos um guia rápido de como gerir as situações mais comuns:

 

Situação Comum

Como Agir na Prática

Por que Razão Funciona?

Mudança brusca na rotina

Ajustar gradualmente os horários de sono e refeições uns dias antes do início das aulas.

Traz previsibilidade e evita o choque biológico do cansaço físico.

Resistência em falar da escola

Conversar com leveza durante momentos descontraídos, sem pressionar ou interrogar.

Reduz o foco no medo e abre espaço para a partilha espontânea.

Medo da separação ou rejeição

Validar as emoções do seu filho, demonstrar que é normal e criar pequenos rituais de despedida positivos.

Transmite segurança e a certeza de que os pais vão voltar.

Pressão com os resultados

Valorizar o esforço diário e o processo de aprendizagem, em vez de focar a atenção apenas nas notas.

Diminui drasticamente a ansiedade de desempenho e a autocrítica.

 

Quando procurar apoio profissional especializado?      

Embora o nervosismo inicial seja expectável, existem casos em que a ansiedade escolar ultrapassa os limites saudáveis, afetando de forma severa o desenvolvimento e a dinâmica familiar.

Considere procurar a ajuda de um profissional quando:

1.     Os sintomas persistem por várias semanas, mesmo após o período normal de adaptação.

2.     A ansiedade impede a criança de se concentrar, aprender ou brincar.

3.     Existe uma recusa sistemática em entrar na escola, acompanhada de choros intensos ou crises de pânico. 

4.     Os sintomas físicos se intensificam (ex: queixas diárias de dores, falta de ar ou taquicardia).

Procurar apoio clínico não é sinónimo de incapacidade. Pelo contrário: é um ato de profundo cuidado e amor, garantindo que o seu filho desenvolve as ferramentas necessárias para enfrentar os seus receios com resiliência. Na Terlaser, disponibilizamos tratamentos complementares focados no equilíbrio do sistema nervoso e na gestão emocional, ajudando a devolver a tranquilidade a toda a família.



Cuide de si e dos seus,
Equipa TerLaser

https://www.terlaser.com/teransiedade/

 

Fontes eletrónicas:

Ansiedade escolar na volta às aulas: 12 sinais e como ajudar - Revista ME | Melhor Escola