segunda-feira, 15 de julho de 2019

O ABC da asma – testemunho de Bibá Pitta

Falta-lhes o ar. Descrevem as crises como um sufoco inolvidável.
Bibá Pitta conhece bem este universo. Depois de uma crise na adolescência decidiu ir ao médico na companhia da mãe. O diagnóstico não deixava dúvidas: bronquite asmática. A bordo desta novidade havia uma outra: o uso da “bomba”. Os sintomas eram óbvios: “Tinha muita pieira, pingo no nariz e estava sempre a coçar os olhos. Fiz medicação”. A humidade e a diferença de temperatura também lhe marcavam os ritmos da doença.Apesar de reconhecer que a vida de uma pessoa que sofre desta patologia não é fácil, confessa nunca ter sentido limitações. Contudo, as rotinas eram idênticas às de outros jovens em situação semelhante. “Tinha sempre uma bomba comigo onde quer que fosse”.
Os dias melhores chegaram quando tomou a decisão mais importante de todas: deixar de fumar. “As coisas melhoraram muito nessa altura, apesar de fumar muito pouco e de nunca ter fumado durante nenhuma gravidez, até porque o bebé não tem culpa dos vícios da mãe”, afirma Bibá Pitta acrescentando que, muitas vezes, as pessoas fumam mesmo tendo asma, o que para a entrevistada “é um contrassenso. O cigarro faz pessimamente a tudo!”. Foi também no desporto que encontrou a melhoria da sua qualidade de vida. Adepta de um estilo de vida saudável, confessa treinar diariamente, adora correr e vai ao ginásio sempre que pode. Consciente do número de asmáticos em Portugal, Bibá Pitta deixa alguns conselhos úteis. “Devemos procurar ter o mínimo de tapetes em casa e arejar a habitação sempre que possível. É preciso ainda ter cuidado com os peluches junto das crianças e, é claro, optar por tecidos de algodão em detrimento de sintéticos. E o mais importante: não fumar e praticar desporto com regularidade”. E, é claro, não esquecer o uso de inaladores e outros tratamentos indicados no controlo da sua asma.
O ABC da asma
https://www.jornalmedico.pt/asma/32908-o-abc-da-asma.html
Resultado de imagem para asma e parar de fumar
https://www.euroclinix.net/pt/asma/asma-e-o-tabagismo

terça-feira, 7 de maio de 2019

As Doenças dos Pulmões

Causas broncopulmonares: O pulmão pode estar submetido a dupla agressão, agressão externa (aérea) e agressão interna (sanguínea). Quando respiramos, fazemos penetrar nos nossos pulmões o ar do local onde nos encontramos. Se este ar contém impurezas, estas também tomarão as vias dos brônquios e poderão alojar-se nos alvéolos. Estas impurezas são de todas as espécies: poeiras minerais ou vegetais, germes ou vírus, esporos de fungos, pólenes, gases, etc. Concebese depois, a infinidade de perturbações que estes elementos de origens tão diversas poderão desencadear nos pulmões. A sua agressão externa junta-se a agressão interna: os elementos responsáveis pelas doenças trazidos ao pulmão para ir buscar o seu oxigénio e se desembaraçar do anidrido carbónico. Orgão com grande poder de defesa – epuração pulmonar. É um belo exemplo de equilíbrio entre o organismo vivo e o seu meio ambiente. São estes processos biológicos que asseguram a existência do indivíduo, e portanto da vida.
Quais são os elementos desta agressão? Os micróbios e os vírus são responsáveis pelas doenças infecciosas: pneumonia, broncopneumonia, tuberculose. Cada agente infeccioso é capaz desencadear uma doença que terá as suas próprias características. Os esporos de fungos podem ser a causa de toda uma série de doenças chamadas micoses, umas frequentes, outras raras, e que podem ter uma distribuição geográfica particular. As poeiras vegetais desempenham um papel importante na origem das doenças alérgicas, febre dos fenos, asma. As poeiras minerais estão na base das doenças chamadas pneumoconioses, que resultam da retenção no tecido pulmonar das partículas inaladas. Algumas são benignas, outras podem ser graves como a silicose. Certos gases são tóxicos. Vários estão presentes na chamada poluição atmosférica. É o caso de gases que contém enxofre, azoto, cloro. Sabemos que o fumo do tabaco é particularmente perigoso, tanto pelos gases como pelas partículas em suspensão nestes gases. É em grande parte responsável pela bronquite crónica e pela forma mais frequente do cancro do pulmão. Existem, enfim, substâncias tóxicas, sobretudo de utilização industrial, até mesmo medicamentos que, sendo digeridos pelo tubo digestivo, são capazes de criar uma doença ao nível do pulmão. Encontram-se nesta categoria tanto gases como herbicidas, medicamentos anticancerígenos, desifectantes,. Esta lista poderia alongar-se. Só é evocada para mostrar a diversidade das causas de doenças pulmonares, e portanto também a diversidade de aspectos que estas doenças podem tomar.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:ARNOULD, Edouard – As doenças dos pulmões; Publicações Europa América, Coleção Saúde, Edição nº 41 207/3307*79584*

Neste último mês passamos a contar com a colaboração de novos terapeutas em zonas/distritos do país onde ainda não estavamos presentes. Agora também já nos pode encontrar em: Estarreja; Rio Maior; Cascais/Estoril; Laranjeiro; Moradas completas no nosso blog e brevemente no nosso site. 10 Distritos – 12 Terapeutas – mais junto de si, obrigado por confiar em nós.
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sábado, 6 de abril de 2019

O tabagismo e a Perda de visão.

Os malefícios do tabaco são reconhecidos e com frequência causam patologias
 cardiovasculares e inclusivamente carcinomas. O que não se sabe é que outra
das consequências de fumar é a perda de visão.
Ao inalar o fumo de um cigarro, centenas de substâncias tóxicas chegam, através
dos pulmões, à corrente sanguínea. Assim, o sangue transporte estas substâncias
tóxicas por todos os órgãos do corpo, incluindo, os olhos.
A primeira doença que aparece com muita mais frequência que o normal, como consequência do consumo de tabaco são as cataratas, que consistem na opacificação do cristalino. Os sintomas das cataratas são:- diplopia ou visão dupla;- diminuição da perceção das cores;- perda de visão noturna;- deslumbramento com luzes;
Este problema visual apresenta uma incidência 40% superior em pessoas fumadoras. A corrente sanguínea transporta elementos químicos do tabaco que diminuem a irrigação do globo ocular, o que pode provocar uma degeneração do cristalino.
Outra doença ocular que aumenta com o consumo de tabaco é a degenerescência macular, que é um problema visual que leva à perda de visão central e pode resultar em cegueira. Alteração na perceção das distâncias e alturas
Quando a patologia está mais avançada, existe uma perda completa da visão central, que pode chegar a ser cegueira.
Ao contrário das cataratas, não se conhece cura para esta condição. Apesar das suas causas não serem de todo claras, numerosos estudos demonstram que aparece com muita mais frequência em pessoas fumadoras. Estes estudos insistem que está nas nossas mãos mudar o estilo de vida, tornando-o mais saudável, para tentar prevenir esta perda de visão.
Outras Consequências de fumar
Fumar não afeta apenas a parte interna do globo ocular, como também afeta o aspeto exterior. Assim, os olhos ‘amarelosbem como as bolsas’ escuras nas pálpebras são duas consequências de fumar muito comuns. Vejamos porque ocorrem. Os olhos amarelos nos fumadores podem ser causados pela ação do fumo sobre o cristalino e conjuntiva, já que o fumo de tabaco danifica a transparência dos meios oculares. Por outro lado, os olhos amarelos podem ser indicadores de uma condição mais grave, também relacionadas com o consumo de tabaco, como problemas no pâncreas fígado ou inclusivamente carcinomas.
As bolsas nos olhos têm uma explicação curiosa: a nicotina que se liberta no organismo dos fumadores durante a noite faz com que a qualidade de sono seja pior, podendo assim criar estas bolsas características da falta de um sono descansado.


Deixar de Fumar com a TerLaser em Vila Real, no Gabinete de Fisioterapia de Saúde e Bem estar da Cátia Ferreira.
www.terlaser.com